Neurocirurgia de tumores do sistema nervoso, base de crânio, trauma cranioencefálico, hidrocefalia e neurocirurgia pediátrica. A indicação cirúrgica é construída sobre exame neurológico, imagem lida no contexto clínico e o que a literatura demonstra sobre desfecho — nunca sobre o achado isolado.
Ressonância não fecha diagnóstico: achados degenerativos são comuns em pessoas sem sintoma nenhum. A conduta nasce do exame neurológico e da história — a imagem confirma ou refuta o que já foi formulado à beira do leito.
Cada indicação é confrontada com o que os estudos mostram sobre benefício, risco e história natural da doença. Quando o tratamento conservador tem o mesmo desfecho, ele é a recomendação — e isso é dito com clareza.
Riscos, alternativas e incertezas em números, em linguagem que se entende. Segunda opinião é bem-vinda: uma decisão cirúrgica sólida resiste ao escrutínio de outro colega.
Medicina baseada em evidências não é seguir protocolo por obrigação: é reconhecer que a impressão clínica isolada erra com frequência previsível. A experiência de um cirurgião conta dezenas de casos; um ensaio clínico bem conduzido conta milhares, com desfechos medidos e acompanhados no tempo. Quando as duas coisas divergem, é a série maior que costuma estar certa — e ignorá-la significa repetir um erro que já foi documentado.
Evidência também é o que permite dizer não. Boa parte dos achados de imagem não explica o sintoma do paciente, e várias doenças melhoram sem cirurgia. Saber o que a literatura mostra sobre história natural, risco cirúrgico e benefício real é o que separa uma indicação necessária de um procedimento evitável. É esse critério que sustenta cada conduta aqui: a evidência aplicada ao caso concreto, com o julgamento clínico e os valores do paciente pesando na decisão.
Tumores intracranianos e medulares, com conduta definida em discussão multidisciplinar junto à oncologia e à radioterapia.
Lesões de anatomia complexa, em que planejamento pré-operatório e seleção de via de acesso determinam o desfecho.
Atendimento à luz de protocolos consolidados de neurotrauma: monitorização, indicação cirúrgica oportuna e controle das lesões secundárias.
Investigação do distúrbio de circulação liquórica e escolha entre derivação e via endoscópica conforme a etiologia.
Malformações, tumores e hidrocefalia da infância, com o cuidado que a criança em desenvolvimento exige.
Revisão de uma cirurgia já indicada: leitura dos exames, confronto com as diretrizes e um parecer por escrito.
Neurocirurgiã formada pela residência do Hospital Regional de Presidente Prudente, com atuação em neuro-oncologia, base de crânio, neurotrauma, hidrocefalia e neurocirurgia pediátrica. O consultório funciona no Instituto Cérebro Coluna.
A prática segue o que a evidência sustenta: diretrizes atualizadas, discussão multidisciplinar dos casos e leitura crítica da literatura antes de mudar uma conduta. Riscos, alternativas e incertezas são apresentados ao paciente em números — inclusive a opção de não operar.

Trabalhos publicados e apresentados em congresso, listados como constam nas bases de indexação.
A pergunta não é se a cirurgia é possível. É se ela é a melhor coisa que se pode oferecer a este paciente, agora.
GraduaçãoMedicina — Universidade do Oeste Paulista (2009–2015)
ResidênciaNeurocirurgia — Hospital Regional de Presidente Prudente (2016–2021)
TítuloEspecialista em Neurocirurgia — Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (2022)
ComplementarSkull Base Approaches — Weill Cornell Medical College (2022)
RegistroCRM-SP 173777 · RQE 94247
AtuaçãoInstituto Cérebro Coluna — Presidente Prudente, SP
Treinamento continuado em anatomia microcirúrgica e cirurgia de base de crânio.
Agendamento por telefone ou WhatsApp.
Telefone e WhatsApp(18) 3918-9898
ConsultórioInstituto Cérebro ColunaAv. Cel. José Soares Marcondes, 3300
LocalizaçãoJardim BongiovaniPresidente Prudente — SP, 19050-230
AtendimentoConsultas mediante agendamento